Mitra de poliéster, manto de farrapos...
Mente de multidões que nos encadeiam antigas percepções.
Assim são feitos os paradigmas ilusórios dos desejos transitórios que nos emudecem as palavras.
E se fossem estas de presentes lavras ficaríamos apaziguados com os dramas aziagos, suspirando por futuros desgraçados que encontrariam confortos escondidos neles abraçados.
Altar de pinho verde que de belo mantém o aroma que se quer convicto à conta de um forçado glaucoma que impossibilita a retirada da névoa...
Esse humedecido vestido de contas e miçangas, essas jóias preciosas que se vendem com verbos e outras tangas.
Fosse o transeunte distraído e teria visto que o incidente da má sorte não era mais que um desvio sadio, permissivo para com o defunto...
Haja tema, haja assunto!
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